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Varinha de Água de Orgonite Entalhada com Cobre e Fragmentos de Gemas

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Uma varinha de resina transparente, talhada com pontas nas duas extremidades, que contém uma mistura visível de lascas de pedras preciosas, espirais de cobre e limalhas metálicas suspensas no interior. Feita na Índia para quem trabalha com orgonite, um material criado na década de 1930 e atualmente utilizado em práticas energéticas alternativas, espaços de meditação e como objeto simbólico num altar ou numa secretária.

Ler a história completa ↓

O que é

Uma varinha de orgonite: resina moldada em torno de lascas de pedra e cobre. Esta é a varinha de água entalhada.

Porquê escolher

  • Em resina Tudo fica lá dentro, bem à vista.
  • Entalhada A varinha de água entalhada.
  • Peça única As lascas caem de forma diferente de cada vez.

Cuidados: Mantenha a selenite seca, porque a água deixa marcas. Deixe o ferro e o cobre arrefecer por completo antes de os mover. Mantenha as cartas e a madeira longe da humidade.

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Sobre este produto

O que vai notar
  • A resina é suficientemente transparente para permitir ver as espirais de cobre e as lascas de pedras preciosas dispersas através da superfície, refletindo a luz quando a roda.
  • É talhada em ponta nas duas extremidades, pelo que a varinha é simétrica na mão, sem uma direção ou base fixa.
  • Tem um peso sólido, mas não é pesada; a resina confere-lhe uma sensação diferente da de uma varinha de cristal puro: é mais densa do que a madeira e mais leve do que o metal maciço.
  • Cada varinha apresenta ligeiras diferenças na posição das lascas e do cobre no interior, pois estes assentam no molde antes de a resina endurecer.
O que é a orgonite e qual a sua origem

A orgonite é um material compósito desenvolvido na década de 1930 por Wilhelm Reich, que teorizou a existência de uma energia vital universal a que chamou orgone. O material em si é uma resina catalisada (geralmente poliéster ou epóxi) misturada com partículas metálicas e, muitas vezes, pequenas lascas de quartzo ou pedras preciosas. A ideia que lhe está subjacente, nunca validada cientificamente, é que as camadas alternadas de resina orgânica e metal inorgânico criam um campo que interage com a energia ambiente. Atualmente, é utilizada em práticas de bem-estar alternativas, colocada junto a dispositivos eletrónicos, em espaços de meditação ou simplesmente guardada como objeto simbólico. Esta varinha é feita na Índia, onde pequenas oficinas moldam a orgonite à mão em formas simples, pelo que a distribuição do cobre e das pedras no interior de cada peça é única.

Como é utilizada

Algumas pessoas seguram a varinha durante a meditação ou práticas energéticas, usando-a como objeto de concentração ou para definir uma intenção. Outras colocam-na numa secretária, mesa de cabeceira ou altar, como lembrete de uma prática ou simplesmente pelo seu aspeto. Não precisa de ser carregada, limpa ou ativada como um cristal natural: a resina é inerte e o cobre e as lascas estão selados no interior. Limpe-a com um pano macio e seco; evite a exposição prolongada à luz solar direta, pois a resina pode amarelecer ou tornar-se quebradiça com o tempo.

Materiais e acabamento

O corpo é feito de resina cristalina transparente (um polímero duro, semelhante ao vidro), moldada e depois esculpida para aperfeiçoar a ponta dupla. No interior, há espirais de fio de cobre, pequenas limalhas metálicas (provavelmente de alumínio ou aço) e lascas de várias pedras preciosas; as pedras exatas variam consoante o lote, mas a mistura inclui normalmente quartzo, ametista e outros fragmentos de minerais rolados. Segundo a teoria tradicional da orgonite, o cobre é o principal elemento condutor; as lascas de pedras preciosas acrescentam cor e, para algumas pessoas, ressonância simbólica. A superfície é lisa e polida, embora possa notar pequenas bolhas ou irregularidades na resina; são típicas do processo de moldagem e fazem parte do carácter artesanal.

Nota sobre as variações

Como cada varinha é moldada individualmente e os elementos decorativos se depositam na resina enquanto esta endurece, não há duas iguais. O fio de cobre pode formar uma espiral mais apertada numa varinha e mais solta noutra; a cor e a disposição das lascas de pedras preciosas variam. A ponta esculpida pode ser mais afiada ou ligeiramente mais arredondada, consoante a mão do artesão. Esta variação é intencional, não é um defeito.

Perguntas frequentes

Para que serve a orgonite?
Nas práticas alternativas, acredita-se que a orgonite interage com os campos de energia ambiente, em particular com a poluição eletromagnética dos dispositivos, e que contribui para um ambiente mais tranquilo. Estas ideias não têm fundamento científico, mas o material tem muitos adeptos nas comunidades de bem-estar e metafísica. As pessoas usam-no como usariam um cristal ou um talismã, como símbolo de ancoragem ou foco para meditação.
Precisa de ser purificado ou carregado como um cristal?
Não. As lascas de pedras preciosas e o cobre estão selados em resina, pelo que o objeto é quimicamente e energeticamente inerte, ao contrário de uma pedra natural. Não precisa de o deixar à luz do luar, enterrá-lo ou purificá-lo com fumo ou água. É simplesmente o que é.
A resina vai amarelecer ou degradar-se?
A resina transparente pode amarelecer com a exposição prolongada à luz solar intensa ou aos raios UV e pode tornar-se quebradiça ao longo de muitos anos. Mantenha-a afastada da luz solar direta durante períodos prolongados se quiser preservar a transparência e evite deixá-la cair numa superfície dura, pois a resina pode rachar.